Internação sem Burocracia

O tempo entre a chegada à Emergência e a autorização dos procedimentos pelo plano de saúde muitas vezes é um desafio à paciência. Em se tratando de pacientes idosos vítimas de fraturas, a espera pode ser mais significativa, pois o equilíbrio da saúde desses pacientes é mais frágil. Uma simples desidratação pode complicar o quadro clínico, tornando a espera pela conclusão do processo junto ao convênio um risco.

 

No Hospital Maria Auxiliadora, um novo protocolo está mudando o procedimento desde a chegada do paciente com as características citadas. Inicialmente, o ortopedista analisa a necessidade de cirurgia, como confirma o Dr. Montaury Palhares: “Esta avaliação é rápida. O local da fratura é um indicativo importante para definir o tratamento”. A partir daí, o caso será avaliado por outros especialistas, já internado no apartamento. “Idoso que chega com fratura ao hospital é imediatamente internado. Com o paciente internado damos andamento aos os procedimentos e em paralelo ao fechamento das aprovações junto aos convênios”.

 

Ainda dentro do protocolo, a equipe inicia a avaliação do quadro clínico geral, principalmente em relação aos indicadores de diabetes, hipertensão arterial e hidratação, questões que podem, inclusive, impor outro método que não o cirúrgico para tratar a fratura. As práticas da chamada Ortogeriatria envolvem cardiologista, intensivistas e clínica médica, além do ortopedista. Segundo o Dr. Montaury, o tempo pode ser um importante fator no sucesso do tratamento. “Abreviar o tempo no leito é fundamental, pois o risco de infecção ou pneumonia cresce exponencialmente em idosos submetidos a longos períodos de internação”,  explica.

13/02/2015
   |   Fonte: Ascom - Grupo Santa

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